
Oncomed participa do HEMO
No dia 8 de novembro, no Rio de Janeiro, aconteceu o HEMO, evento consolidado como o maior da América Latina e terceiro maior do mundo
Nada é mais gratificante do que sentir que a vida continua.
É o que nos move a cada dia, mesmo que seja apenas com a melhor condição possível enquanto pudermos manter acesas as chamas da esperança.
Porque o mais complexo procedimento e a mais alta tecnologia só ganham força de verdade quando encontram a coragem, o carinho e a autoestima.
Somos uma clínica voltada ao cuidado oncológico, com médicos especialistas em hematologia e oncologia clínica e tecnologia para tratamentos eficientes, em estrutura própria para quimioterapia e imunoterapia.
Um trabalho minucioso para aumentar as chances de cura e melhorar a qualidade de vida dos nossos pacientes diante do maior desafio que a vida pode impor.
Oncologia
Especialidade médica que estuda e trata o câncer, doença única que pode se apresentar de diversas maneiras diferentes, todas caracterizadas pelo crescimento desordenado e descontrolado das células do corpo, levando ao surgimento de tumores e ao comprometimento de diversos órgãos.
Hematologia
Especialidade médica dedicada ao sangue, que estuda todos os componentes relacionados a ele: glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Investiga alterações na medula óssea, órgão que produz as células sanguíneas, assim como os gânglios linfáticos e o baço. Trata doenças como anemias, trombose, hemofilia, doença falciforme, entre outras. Está intimamente ligada à oncologia, pois é ela que faz o diagnóstico e trata os cânceres linfoma, leucemias, mielodisplasia e mieloma múltiplo.

• Graduação pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas
• Residência Médica em Hematologia e Hemoterapia pela Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP
• Título de Especialista em Hematologia e Hemoterapia pela Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia
• Mestrado e Doutorado em Patologia pela Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP

• Graduação pela Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP
• Residência Médica em Hematologia e Hemoterapia pela Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP
• Residência Médica em Cancerologia Clínica pela Fundação Hospital Amaral Carvalho – Jaú
• Título de Especialista em Cancerologia Clínica pela Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC)
• Doutorado em Fisiopatologia em Clínica Médica pela Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP
• Especialização em Cuidados Paliativos pela Universidad de El Salvador – Argentina
• Médica Oncologista Clínica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu, UNESP.

• Graduação pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná
• Residência em Clínica Médica pelo Hospital São Vicente de Paula | Jundiaí SP
• Residência em Oncologia Clínica pela UNICAMP
• Médica Oncologista Clínica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu, UNESP.

• Graduação pela Faculdade de Medicina de Botucatu | UNESP
• Residência em Clínica Médica pela Faculdade de Medicina de Botucatu | UNESP
• Residência Médica em Oncologia Clínica pelo A.C. Camargo Cancer Center | São Paulo SP
• Médica Oncologista Clínica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu | UNESP

• Graduação pela Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP
• Residência Médica em Hematologia e Hemoterapia pela Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP
• Título de Especialista em Hematologia e Hemoterapia pela Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia

• Graduação pela Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP
• Residência Médica em Hematologia e Hemoterapia pela Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP

• Graduação pela Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP
• Residência Médica em Hematologia e Hemoterapia pela Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP
• Título de Especialista em Hematologia e Hemoterapia pela Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia

Enfermeira
• Graduação em Enfermagem pela Faculdade • Especialização em Enfermagem Obstétrica pelo Centro Universitário Ingá – UNINGA, Marília
• Pós-graduação em Enfermagem em Oncologia e Hematologia pela Faculdade Unyleya
• Enfermeira Responsável-Técnica – Instituto Oncomed Botucatu

Enfermeira
• Graduação em Enfermagem pela Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP
• Especialização em Saúde do Adulto e Idoso pelo Departamento de Enfermagem- Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP
• Mestrado em Enfermagem pelo Departamento de Enfermagem da Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP

Nutricionista
• Graduação em Nutrição pela Universidade Sagrado Coração de Bauru
• Especialização em Nutrição Clínica com foco em Oncologia pela Faculdade de Medicina de Botucatu, UNESP;
• Mestrado em Biologia Celular, Estrutural e Funcional em Biologia Geral Aplicada pelo Instituto de Biociências, IBB – UNESP
• Doutorado em Biologia Celular, Estrutural e Funcional em Biologia Geral Aplicada pelo Instituto de Biociências, IBB – UNESP
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Não. Anemia (redução do número de glóbulos vermelhos) é uma condição patológica desencadeada por um fator causal, como perdas crônicas de sangue (menstruação excessiva, por exemplo), carência vitamínica (pós-cirurgia bariátrica, por exemplo), doenças da medula óssea (tumores). A leucemia é apenas mais uma das várias causas de anemia. Por isso toda anemia deve ser investigada.
Não. O que ocorre é que a melhora clínica do paciente durante a reposição vitamínica gera mais disposição para as atividades diárias, resultando em normalização do apetite.
Não. O paciente deve ser orientado a suspender o uso do cigarro por completo, definitivamente. Com a parada do tabagismo, há uma melhora das funções cardiovascular e respiratória do paciente. Além disso, várias substâncias do cigarro bloqueiam ou reduzem os efeitos antitumorais do tratamento sistêmico (tanto quimioterapia como a hormonioterapia) e também da radioterapia, pela redução (ou parada) do processo de morte celular programada (apoptose), que é um mecanismo básico de ação de várias terapêuticas oncológicas com vista à destruição da célula neoplásica. Já o monóxido de carbono produzido pelo cigarro liga-se avidamente à hemoglobina, reduzindo a capacidade de oxigenação tecidual com redução direta do efeito terapêutico da radioterapia, pois os tecidos bem oxigenados respondem melhor à radioterapia, com uma maior destruição tumoral.
Tudo que proporciona o bem-estar físico, mental e social é válido durante o tratamento. No entanto, é desaconselhável substituir o tratamento convencional pelo alternativo. O caminho mais seguro é conversar com o médico antes de qualquer decisão. Deve-se ter certeza de que os outros tratamentos não terão interação com os medicamentos que estão sendo utilizados.
Se, após o tratamento oncológico, a mulher mantiver a sua fertilidade, a decisão de iniciar uma gravidez vai depender da gravidade do câncer. Se o risco de recidiva for muito alto, deve-se discutir com o médico as conseqüências de uma gravidez, associada à recidiva, para o bebê, para a mulher e sua influência no tratamento. Mulheres com risco baixo de recidiva e que desejam engravidar podem fazê-lo sem risco adicional para o bebê.
Se não houver impedimento devido ao tipo de câncer (o uso não é recomendado, por exemplo, para pacientes com câncer de mama) ou a outras condições clínicas, o anticoncepcional pode ser usado durante o tratamento oncológico. Consulte seu médico sobre o melhor método anticoncepcional no seu caso.
As relações sexuais podem ser mantidas. No entanto, durante o tratamento, podem ocorrer alterações no comportamento sexual, devido a diversos fatores. Algumas drogas podem diminuir a libido, as mulheres podem apresentar menor lubrificação vaginal e o estado emocional também pode exercer grande influência. Importante ressaltar que os transtornos são passageiros e, se necessário, o casal deve procurar suporte psicológico para ajudar durante essa fase. Em caso de dúvida, o médico deve ser consultado. Também é importante o uso de preservativos para evitar transmissão de doenças infecciosas.
A bebida alcoólica deve ser evitada, principalmente nos dias que antecedem, nos dias seguintes e no dia da quimioterapia. Seu consumo pode agravar os efeitos colaterais do tratamento, como náuseas, vômitos e boca seca, além de aumentar a toxicidade sobre o fígado.
A presença dos acompanhantes nas sessões de quimioterapia é muito importante tanto para auxiliar seu estado emocional, quanto para ajudar durante o tratamento. O acompanhante pode ajudar o paciente a se locomover com o soro, pode sair para comprar um lanche e, sobretudo, é uma boa companhia. No ambiente hospitalar, o paciente muitas vezes se sente desconfortável e sozinho. Por isso, a companhia de alguém conhecido o faz sentir-se mais acolhido e protegido.

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Rua Visconde de Rio Branco, 647-C
Botucatu • SP
Resp. Téc. Dr Rafael Gaiolla CRM 102592
14 3882 5977
• Dr. Rafael Dezen Gaiolla
• Dra. Ana Lúcia Coradazzi
• Dra. Mariana Lopes Zanatta
• Dra. Mayra Calil Jorge Frankenfeld
• Dr. Lucas Oliveira Cantadori
• Dra. Ana Clara Muraro Bonini
• Dr. Thomas de Souza Patto Marcondes
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